O sistema eleitoral exposto a seguir não é novidade, mas é desconhecido no Brasil: voto distrital.
Em vez de votarmos em representantes das unidades federativas, deveríamos adotar sistema distinto. Dividir-se-ia as cidades em distritos eleitorais (não confundir com os distritos administrativos existentes); cada distrito elegeria um parlamentar.
Exemplo: no Distrito Federal, poder-se-ia agrupar Taguatinga, Vicente Pires e Águas Claras em um distrito. As três elegeriam um representante que prestaria contas a elas. Assim, é mais simples cobrar resultados do escolhido, pois se trata de uma pessoa (no modelo atual, todo o DF elege 32 deputados, entre federais e distritais).
Outra vantagem do sistema distrital é a de depor o parlamentar em caso de desvio de conduta ou incompetência. Poder-se-ia usar x% dos eleitores para aprovar a deposição e convocar novas eleições. Prática semelhante é usada na proposição de iniciativa popular.
O eleitor precisa de meios de controlar o representante.
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4 comentários:
Sistema interessante esse.
Eu mesmo acho uma zona nosso sistema de eleição, com esse lance de deputado em que vc nem votou, ganha a eleição por causa de votos do partido.
Aliás, tem algum país específico que adota esse sistema descrito?
A proposta é interessante, mas o uso excessivo de mesóclises atrapalha a compreensão.
abraços,
Juliana
Também há um erro de concordância na primeira mesóclise. Fica a pergunta: de onde vem esse sistema proposto?
Abraço,
Carolina
1) Os EUA usam esse sistema.
2) Tenho problema crônico de concordância verbo-nominal.
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