Na semana de aniversário da tomada da Bastilha, exemplo para as tomadas de poder por parte das massas, comemoremos pelo menos um dos ideais da Revolução Francesa.
Se a liberdade está em baixa, como na Venezuela e em Honduras, e a igualdade é sonho distante, como em países de bandeira verde e amarela da América do Sul, celebremos a fraternidade.
Desde os anos 30 Sérgio Buarque de Holanda nos fala do homem cordial, em Raízes do Brasil, o do tapinha nas costas, do jeitinho brasileiro, da solução dos problemas pela amizade.
O homem cordial não nega favor, pelo contrário. Nada como ter amigos no Detran, na Justiça, no Congresso.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
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