quinta-feira, 16 de julho de 2009

A fraternidade do homem cordial

Na semana de aniversário da tomada da Bastilha, exemplo para as tomadas de poder por parte das massas, comemoremos pelo menos um dos ideais da Revolução Francesa.

Se a liberdade está em baixa, como na Venezuela e em Honduras, e a igualdade é sonho distante, como em países de bandeira verde e amarela da América do Sul, celebremos a fraternidade.

Desde os anos 30 Sérgio Buarque de Holanda nos fala do homem cordial, em Raízes do Brasil, o do tapinha nas costas, do jeitinho brasileiro, da solução dos problemas pela amizade.

O homem cordial não nega favor, pelo contrário. Nada como ter amigos no Detran, na Justiça, no Congresso.

0 comentários: