O vice-presidente da República, José Alencar, lida tão bem com a doença que receberia votos e mais votos nas eleições de 2010. A ministra Dilma Rousseff prefere não explorar a própria enfermidade.
A candidata de Lula não usa maneiras de ganhar simpatia devido à fragilidade imposta pelo linfoma, como aparecer com os parentes e amigos, sorridente, durante o tratamento. A estratégia continua associar-se ao PAC e ao presidente e defender o PMDB.
Além disso um fator silencioso - mas evidente, percebido por Lula - impulsiona a candidatura dela: ser mulher. A novidade na presidência ajudou Barack Obama, o negro. O mesmo efeito pode favorecer Dilma. Roseana Sarney colhia tais frutos em 2002 até ter a candidatura fulminada por adversários.
sábado, 25 de julho de 2009
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