A discussão se Dilma Roussef pressionou Lina Vieira é irrelevante. Lina teve a impressão - a impressão - de que Dilma pediu-lhe para melar investigação contra Sarney. Impressão sequer abre processo judicial.
Em vez de mexer com picuinhas, com ou sem intenções eleitorais, o Senado deveria fornecer mais momentos apoteóticos como a ira de Collor e a cantoria de Suplicy. Ou então deveria legislar a favor do Brasil.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
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4 comentários:
Somos inteligentes o bastante para enxergar além dos fatos noticiados. Quando Lula disse que não sabia do mensalão, por exemplo, não precisávamos de prova material para atestar o contrário. Estava claro que o presidente mentia.
Sabemos muito bem que Lina Vieira não teve apenas uma "impressão". Dilma e o governo do PT já deram demonstrações suficientes da sua maneira de atuar. A ministra pressionou a secretária. Da mesma forma que encomendou o dossiê com os gastos do cartão corporativo do FH.
Provas documentais são necessárias? Sim, para a Justiça. Mas não para o juízo do cidadão crítico.
Alegar que Lina pode ter se confundido, se precipitado, demonstra, das duas, uma: ingenuidade ou parcialidade política. A primeira hipótese é imperdoável em uma mente bem informada e crítica.
E, digamos que a secretária tenha mesmo interpretado mal a ordem da chefe. Por que então Dilma nega o encontro com tanta veemência? Aí é que a questão ganha toda a relevância. Alguém está mentindo. Se a mentirosa for a ministra da casa civil, que por sinal também é postulante ao cargo de presidente da república, então a situação é muito, muito grave.
O juízo crítico também do cidadão exige provas. Concluir baseado em achismo, em opinião, é voltar à arbitrariedade.
Não cara, não o que eu postei não é nenhuma alusão à igreja universal.
Eu só quis dizer com "Lei Universal", que eu considero aquela a regra básica e principal pro bom convívio.
Não existe a Lei Universal da Gravitação? É mais ou menos por aí.
Huahuahuahauahua, meu trabalho já sugou todo o meu humor cara. Foi mal.
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